quarta-feira, 1 de março de 2017

Gioconda




Segundo o Nomes no Brasil, do IBGE, baseado no Censo 2010, há 565 pessoas chamadas Gioconda no Brasil. A maior frequência é no Rio de Janeiro, enquanto o gráfico das décadas de maior ocorrência é um pouco confuso: A maioria das mulheres chamadas Gioconda nasceram antes de 1930. Depois disso os registros foram caindo até chegar a 60 pessoas na década de 40; Depois, ele sobe um pouco nas décadas de 50, 60 e 70, volta a cair bastante na década de 80, e depois desaparece. Isso quer dizer que nas décadas de 90 e 2000, não nasceram pessoas chamadas Gioconda.

Do mesmo modo, nas listas da Arpen/SP de 2014 e 2015 não há nenhum registro de Gioconda. Não é, definitivamente, um nome em voga no momento. Gioconda vem do latim tardio “iucunda”, que significava “agradável, feliz, alegre, sorridente”. Leonardo da Vinci pintou a Mona Lisa, que também é conhecida como La Gioconda, por que sua modelo foi Lisa del Giocondo. A fama da pintura ajudou, em partes, a espalhar o nome na Itália.

Esse é um nome que não me deixa decidir se acho bom ou ruim, leve ou pesado, com sonoridade agradável ou áspera. Não consegui decidir até hoje se acho usável ou se acho fadado ao esquecimento. 

O fato é que, até mesmo na Itália ele já não é mais tão usado. Segundo o Mapa dei Nome, baseado nos registros telefônicos italianos, Gioconda é onome de 10.509 pessoas, é o 558º nome mais comum na Itália.

O caráter histórico de Gioconda é interessante, pela associação com a Mona Lisa e com a obra de Leonardo da Vinci. Entretanto, a sonoridade lembra um pouco a palavra “anaconda” e isso pode ser um problema para alguém.

Referências:

Gioconda Belli, poetiza, jornalista e escritora nicaraguense.
Gioconda De Vito, violinista italiana naturalizada britânica.
Gioconda Salvadori, verdadeiro nome de Joyce Lussu, escritora, tradutora e poetiza italiana.
Gioconda Stari, atriz italiana.
La Gioconda, ópera de Amilcare Ponchielli.

La Gioconda – (teatro) tragédia de Gabriele D'Annunzio;





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