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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Lazuli

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Lápis-Lazúli é uma rocha metamórfica de cor azul utilizada como gema ou como rocha ornamental desde antes de 7000 a. C. em Mehrgarh, na Índia, situado nos dias de hoje no Paquistão.

A sua cor, azul-escura e opaca, fez com que esta gema fosse altamente apreciada pelos faraós egípcios, como pode ser visto por seu uso proeminente em muitos dos tesouros recuperados dos túmulos faraônicos. É ainda extremamente popular hoje.

Trata-se de uma rocha, e não de um mineral, já que é composto por vários minerais. A primeira parte do nome, lapis, em latim, significa pedra. A segunda parte, Lazúli, é a forma genitiva no latim de lazulum, que veio do árabe (al)- lazward, que veio do persa لاژورد, lāzhward, que veio do sânscrito Raja Warta, significando "anel", "vida do rei".

Lazúli era originalmente um nome, mas logo veio a significar azul por causa de sua associação com a pedra. A palavra em inglês azure, o azul espanhol e português e o azzurro italiano são cognatos.

No antigo Egito, o lápis-Lazúli era a pedra favorita para amuletos e ornamentos; foi usado também pelos assírios e pelos babilônicos nos selos cilíndricos (locais onde se gravavam pinturas contando a história do povo). As escavações egípcias que datam de 3000 a.C. continham milhares de artigos como jóia, muitos feitos de lápis. Os lápis pulverizados foram usados por senhoras egípcias como uma sombra cosmética para o olho.

Como inscrito no capítulo 140 do Livro dos Mortos egípcio, o lápis-Lazúli, na forma de um olho ajustado no ouro, foi considerado um amuleto de grande poder. No último dia do mês, oferecia-se este olho simbólico, porque se acreditava que, nesse dia, um ser supremo colocou tal imagem em sua cabeça.

Os antigos túmulos reais sumérios de Ur, situados perto do rio Eufrates no baixo Iraque, continham mais de 6.000 estatuetas belamente executadas, de lápis-Lazúli, de pássaros, cervos e roedores, bem como pratos, grânulos e selos de cilindro. Estes artefatos vieram indubitavelmente do material minerado em Badakhshan no norte do Afeganistão.

É a pedra oficial da Museologia, assim declarada pelo Conselho Federal de Museologia em 2015. É a pedra oficial do anel de formatura dos psicólogos, assim considerada a partir de 31 de março de 2006, pela Resolução nº 002/2006 do Conselho Federal de Psicologia brasileiro. O lápis-Lazúli é a pedra nacional do Chile.

Como nome próprio, ele não tem registros computados em nenhum país que divulgue listas, e essa realidade é também a do Brasil. No entanto, pode ser um nome muito original e interessante, pelo seu significado e também pela sua singularidade.

O Lápis-Lazúli é uma pedra extraordinária, de um azul profundo, muitas vezes com pontos de Pirita. As pedras de Lápis podem vir marcadas com pontos de Calcita branca.

A maioria dos Lápis-Lazúli encontrados no mundo vêm da União Soviética e do Afeganistão.

Ele é usado há séculos tanto para fins espirituais quanto para finalidades decorativas.

Talvez os exemplos mais conhecidos sejam os artefatos usados pela antiga civilização egípcia.

O Lápis-Lazúli pode ser benéfico para o sistema respiratório, especialmente para a garganta e os pulmões, os órgãos de limpeza e o sistema nervoso.

 É considerada uma boa pedra para purificação do sangue e para reforçar o sistema imunológico.

O maior e mais típico atributo do Lápis-Lazúli é seu relacionamento com a mente e com o estado mental.

É um poderoso amplificador do pensamento e ajuda no alinhamento de todos os elementos do corpo e mente e como o estado mental.

É um poderoso amplificador do pensamento e ajuda no alinhamento de todos os elementos do corpo e da mente. Pode aumentar as habilidades psíquicas e abrir o terceiro olho.

Muitas vezes, o azul é a cor relacionada com a água, paz, espiritualidade e serenidade.

Tudo isso é relacionado ao Lápis-Lazúli, uma pedra que pode guiá-lo na direção da pureza mental e espiritual.

Em todas as pessoas há uma essência composta de energias física, mental e espiritual. Muitas coisas neste mundo nos impedem de despender tempo para harmonizar estas energias.

Se este impedimento dura longo período, nossas vidas podem ficar desequilibradas, o que pode provocar graves efeitos colaterais, como doenças, depressões ou dúvidas acerca da finalidade da existência.

Com Lápis-Lazúli como amigo e guia, nós poderemos estar em contato maior com nossa essência e atuar mais ativamente no controle de nossa existência.

Ele é usado por muitas pessoas para aumentar o conhecimento delas mesmas e de seu meio ambiente.

 O Lápis-Lazúli é uma das melhores pedras para se conseguir a iluminação e para tanto deve ser utilizado com precaução e cuidado e o mais próximo possível da garganta.

Apesar de tradicionalmente usado como anel, ele deve ser colocado acima do diafragma de modo que a energia do usuário seja levada para cima.

O Lápis-Lazúli tem um grande poder natural, mas que só é bom se a pessoa que o usa também for. Em resumo, ele reforça o poder inerente do indivíduo. É um intensificador e uma força niveladora.

O Lápis-Lazúli tinha um grande valor na antiga Babilônia e no Egito. Na Idade Média, Albertus Magnus assegurava que ele curava a melancolia e a “febre quaterna”, aparentemente uma febre intermitente que retornava a cada três dias.

Nomeado Chesbet pelos egípcios, uma quantidade de Lápis-Lazúli muitas vezes aparecia como um item importante na lista de tributos a serem pagos ao Egito pelos países sob sua influência.

Freqüentemente participava da lista de presentes enviados pela Babilônia.

Os Lápis-Lazúli da Babilônia eram das mais antigas minas do mundo, as quais já estavam sendo mineradas no ano 4.000 a.C ( e ainda hoje se trabalha nelas).

Dizia-se que o sumo sacerdote do Egito usava, suspenso no pescoço, uma imagem de Mat, deus da verdade, feita de Lápis-Lazúli.

Ele também era muito valorizado por sua cor azul de extraordinária beleza, que se mantinha mesmo quando a pedra era triturada e misturada com pigmento.

Nessa forma ela foi usada por séculos como maquilagem cara e luxuosa, assim como tinta para artistas renomados.

O Lápis-Lazúli era uma das pedras utilizadas sobre o peitoral dos mais altos sacerdotes de Israel.

Ele tem afinidade com Touro, Aquário e Sagitário.










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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Coral

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Coral, enquanto palavra, é um nome literal. Em última análise, vem do grego κοραλλιον (Korallion), via latim e francês antigo.

Coral é uma palavra que vale para muitas coisas. Como nome próprio, em geral lembramos do coral subaquático, um animal marinho cnidário, que segregam um exosqueleto calcário ou de matéria orgânica e formam espetáculos estupendos, belíssimos, que encantam as pessoas e são objeto para muita imaginação humana.


Um recife de corais.

Os corais podem constituir colônias coloridas e podem formar recifes de grandes dimensões que albergam um ecossistema com uma grande biodiversidade e produtividade. O maior recife de coral vivo encontra-se na Grande Barreira de Coral, na costa de Queensland, Austrália, que é considerado o maior indivíduo vivo da Terra.






Mar de Coral
Coral também é o nome do mar que faz parte do oceano Pacífico, que banha a costa nordeste da Austrália, onde fica justamente a Grande Barreira de Coral. Nesse mar existem numerosas pequenas ilhas. O mar de Coral também é conhecido pela batalha naval nele ocorrida em maio de 1942, entre forças americanas e japonesas.





Há ainda uma substância conhecida como pedra Coral, mas que na verdade, embora muitos desconheçam, não se trata de uma pedra. É uma substancia calcária secretada pelos animais marinhos, para formar uma camada protetora, e que com a presença de caroteno pode ganhar ramificações. Os gregos antigos acreditavam que a pedra Coral era o sangue da Medusa petrificado.

Quase todas as culturas antigas utilizavam o Coral para fins religiosos e de saúde. Ele aparece numa grande variedade de cores e formas. No entanto, segundo se acreditava, para funcionar como amuleto, o Coral deveria ser usado, tanto quanto possível, em seu estado natural. Na Itália, somente as peças que haviam sido apanhadas recentemente do mar tinham valor. Além disso, de modo a exercer todos os seus poderes contra mágicas e encantamentos, o Coral deveria ser usado num local onde sua cor brilhante fosse notada.

E se por acaso ele se quebrasse, a mágica cessava. As partes separadas não tinham virtude, pois o espírito habitante do cristal saía da peça danificada, levando consigo seu poder de talismã. O Coral é único entre as pedras de cura porque sua formação se dá no elemento água, em vez de terra. Em seu elemento natural, ele é cercado e constantemente banhado pela purificadora água salgada. 




Um esmalte da cor Coral
Além do Coral marinho e do Mar de Coral, ainda temos a cor: o Coral se referindo à cor é de um tom alaranjado, inspirado do próprio animal aquático que por vezes possui essa coloração;

Outro significado é que chamamos de Coral as várias serpentes da família Elapidae, que tem 16 espécies no Velho Mundo e mais de 65 espécies no Novo Mundo, sendo muito venenosas, e sua picada pode levar um adulto ao óbito em poucas horas.

Além disso, temos o canto Coral, um tipo de música cantada por um grupo vocal, entoadas geralmente em locais religiosos ou em relação à música clássica.


Desenho representado
cobra Coral
Assim, poderíamos dizer que o nome hippie e literal Coral pode ter a ver com os recifes marinhos, com o mar de Coral, com a cor Coral, com a serpente Coral e ainda, com o canto em Coral. Um nome multi-significados.

No Brasil, Coral é o nome de apenas 26 pessoas nascidas desde a década de 30 até os anos 2000, segundo o IBGE (Nomes no Brasil). Na lista de 2015 da Arpen/SP, encontramos apenas 1 Coral registrada em todo o estado de São Paulo.

Nos Estados Unidos, ele aparece pela última vez em 1992, no 985º lugar, mas antes disso, também apareceu várias vezes dentro do top 1000 antes de 1939. Não é um nome usado significativamente nos EUA atualmente. Segundo a Social Security, no ano de 2015, foram 199 registros de Coral no território norte-americano. Já na Inglaterra, o nome Coral aparece pela última vez no ranking em 1999, na 349ª posição. 




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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Turquesa

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Bem, pessoas dirão que Turquesa   não é um nome e sim uma cor, e o nome de uma pedra preciosa. Ótimo, sim, é uma cor: uma cor intermediária (terciária) entre o verde e o azul esverdeado. O nome vem do mineral Turquesa  , e sua origem está na palavra francesa Turquoise que significa "vindo da Turquia". Já os turcos chamavam-na “Fayruz” que significa “pedra da sorte”.

Curiosamente, A Turquia não é uma fonte de Turquesa  , mas foram provavelmente os comerciantes turcos que introduziram a Turquesa   na Europa. Esta pedra era muito valorizada pelos povos orientais e asteca, mas só mais tarde é que começou a ser considerada como amuleto na Europa.

Na medicina holística, a cor Turquesa   teria efeitos calmantes nos pacientes, usada para curar ataques de pânico. Nessa teoria, a Turquesa   nos tiraria o cansaço mental, nos alegraria, e seria capaz de repassar a sensação de “começar de novo”. A cor é envolvente, refrescante e tranquilizante para quem a usa, talvez por estar associada à cor do mar do Caribe.

Por conta de todas essas considerações, é uma cor que acaba sendo muito usada em decoração.

Turquesa   também é uma gema – pedra preciosa – geralmente entre a cor ciano e verde, gerando a cor homônima. As variedades mais caras são aquelas que tem a cor azul do céu, e as inferiores são esverdeadas. É considerada uma gema macia, pois é apenas ligeiramente mais dura que o vidro.

Antigamente, a Turquesa   era usada por egípcios, e foi retirada por eles na Península do Sinai. Existem reservas do Irã e também no sudeste americano.

A Turquesa   era considerada a pedra nacional da Pérsia, e usada na decoração de objetos. Foi usada por artesãos nativos americanos, especialmente índios Navajos da América do Norte. Juntamente com o coral, é usada extensivamente em joalheira no Tibete e na Mongólia. Também muito usada pelos antigos egípcios, astecas, povos mesopotâmios, chineses e até pelos índios americanos, especialmente os Navajos. Todos esses povos utilizaram a Turquesa   por sua beleza e, principalmente, como amuleto para proteger de energias externas e sinalizar - por meio da mudança de tonalidade da pedra - o estado de saúde das pessoas.

Ela é muito usada na cerâmica, em várias partes do mundo, mas com ênfase na Turquia no período ISNIK, na Itália e no Marrocos.

Se a cor da pedra já é encantadora, suas referências estão sempre ligadas à beleza e ao bem estar. Além de ser bonita, a pedra relaxa o sistema nervoso, acalma a mente e ajuda a verbalizar os pensamentos. A Turquesa   oferece uma energia de paz, harmonia e equilíbrio, dentro do universo das terapias naturais e da cromoterapia, podendo auxiliar as pessoas a passarem por situações difíceis da vida.

Compartilho aqui um interessante texto com informações sobre a Turquesa :

(...) É possível que isto tenha ocorrido devido à influência da Igreja Católica. A Turquesa   já era comercializada há vários séculos e comprada na Europa, mas só no século XIV quando a influência da Igreja Católica começou a diminuir é que esta pedra começou a ser utilizada em joalharia. Nos países orientais acreditava-se que a Turquesa   protegia o seu possuidor de influências negativas e pensava-se que mudava de cor de acordo com a saúde dele.Uma outra crença semelhante é que a pedra avisava da aproximação de perigo. Esta crença poderá estar ligada ao fato de que a cor de algum tipo de Turquesa  s muda mediante diversos fatores, como o calor, luz e transpiração. Uma pessoa que possuísse uma pedra de uma destas variedades, ao ficar com febre e ao transpirar como resultado disso, iria fazer com que a pedra mudasse de tonalidade.

Os astecas, assim como povos nativos da América do Norte, utilizavam a Turquesa   como amuleto protetor. Os astecas não limitavam o uso da Turquesa   a amuletos e utilizavam-na para armas, escudos e provavelmente objetos cerimoniais.

Na Pérsia a Turquesa   era amplamente utilizada para objetos decorativos que incluía a decoração de edifícios.

Por outro lado os egípcios também utilizavam bastante a Turquesa  . Para além de todos os usos ornamentais, também era considerada um amuleto por estar associada à deusa Ísis.

A Turquesa   é um mineral de cor ciano opaco. O azul pode variar e ser azul cor do céu, passando por tonalidades de azul-esverdeado e verde-amarelado. Como em todas as outras gemas, a coloração depende dos minerais incluídos na gema. Também poderá conter faixas ou manchas escuras devido à presença de prata.

A Turquesa   é um fosfato hidratado de alumínio e cobre, possuindo pequenas quantidades de ferro e cobre. O ferro faz com a gema adquira a tonalidade verde, ao passo que o cromo dá o azul característico da Turquesa  .

Um ponto de exploração da Turquesa   é o Irã. Desde há cerca de dois mil anos que esta área é uma fonte de Turquesa  , na altura da Pérsia. A Turquesa   iraniana é considerada a Turquesa   de maior qualidade, devido à sua cor e dureza, e é possível que tenha sido o primeiro tipo de Turquesa   a entrar nos mercados europeus.

Mas historicamente, a Turquesa   não era apenas utilizada pelo Irã e Turquia. Também os egípcios a utilizavam, desde a Primeira Dinastia, sendo extraída da Península Sinai, também chamada “País da Turquesa”. Esta Turquesa   é a mais translúcida de todas e normalmente mais verde que a Turquesa   iraniana.

Uma outra fonte de Turquesa   é o sudoeste dos Estados Unidos da América. Esta pode ser encontrada no Arizona, Califórnia, Colorado, Novo México e Nevada. Os nativos pré-colombianos exploravam a Turquesa   existem no México.

Para além destes locais, temos também a China e o Tibete, onde esta pedra é muito apreciada.

Atributos Modernos: Considerada uma poderosa pedra curativa, auxilia nos tratamentos de olhos e de todos os órgãos da região do tórax, além do pescoço. Absorve energias negativas. Equilibra as emoções e proporciona clareza na expressão dos pensamentos. Sua cor se altera como prenúncio de alguma doença ou ocorrência desagradável para seu portador. Relaciona-se à proteção, ao amor, ao companheirismo, à prosperidade e à sorte; traz alegria e descontração. Atrai sorte, beleza e serenidade de quem a possui. Quanto presenteada, concede riqueza e felicidade.Equilibra energias Yin/Yang. Excelente harmonizador espiritual.

(Blog Pedra Luz)

Como nome próprio, Turquesa  não teve uso significativo até agora. Se teve, é muito raro e isolado. Acho a sonoridade da palavra bastante poética, uma vez que é a mesma terminação de duquesa, princesa, e outras palavras desse tom que denotam nobreza. Além disso, a terminação é idêntica à Teresa, de modo que não me parece agressiva aos ouvidos. Claro que as iniciais “Tur” dão uma outra aura ao nome, mas faz lembrar a Turquia e imagino que essa seja uma excelente referência geográfica.


O elemento “Tur” dificilmente é encontrado nas iniciais de nomes próprios – eu mesma não lembro de nenhum nesse momento – mas encontra-se como segunda silaba de Artur, por exemplo, então não pode ser também tão desgastante. Acredito que Turquesa seja um nome perfeito para quem deseja ousar, buscar o novo, o alternativo, estar próximo de uma simbologia natural, de valores associados à natureza, a beleza das pedras preciosas e à funcionalidade da cor. 






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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Siena & Sienna




Siena é uma variante de Sienna, com a ortografia influenciada pela cidade italiana. Seu significado se dá a partir da palavra em inglês que significa "vermelho-alaranjado". É em última análise, a partir do nome da cidade de Siena, Itália, por causa da cor da argila lá.

Siena (em português também conhecida como Sena) é uma cidade e sede de comuna italiana na região da Toscana, província do mesmo nome. Siena é universalmente conhecida pelo seu património artístico e pela notável unidade estilística do seu centro histórico, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.

Como referência Sienna Miller, atriz; Sienna foi um modelo de minivan produzida pela Toyota em 1997. A Fiat também teve um modelo chamado Sienna. Podemos citar ainda Sienna Guillory, atriz britânica e ex-modelo.

É um nome delicado e feminino, e tem um significado bem interessante. Soa agradável, curto e objetivo. Ainda, tanto Siena quanto Sienna tem o benefício da originalidade. Não há nenhum registro do estado de São Paulo no ano de 2014, e nem em outras listas brasileiras.


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