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sábado, 9 de julho de 2016

Danrlei



Danrlei, até onde eu sei, se refere principalmente ao jogador de futebol Danrlei de Deus Hinterholz, que foi um ídolo do Grêmio Futebol Clube durante a década de 90. Ele atuava como goleiro e é considerado um dos maiores ídolos da história do Clube.

Sua fama o ajudou a entrar na política e demarcar espaço, sendo que ele elegeu-se para o cargo de Deputado Federal em 2010 e reeleito em 2014, quando foi o candidato mais votado.
No Brasil inteiro, há 1.650 pessoas chamadas Danrlei, segundo dados do IBGE (Nomes no Brasil, Censo 2010), como era de se esperar, a maioria deles nasceu no Rio Grande do Sul (350 deles, para ser exata), todos nascidos na década de 90.

Danrley com essa grafia tem 1.074 pessoas, também nascidos na década de 90, só que nesse caso, mais popular no Amazonas.

A origem e significado do nome é desconhecida. Existe o nome masculino em antigo escandinavo, Danr, a partir do nome nórdico antigo Dane, que significa “um dinamarquês”, que foi o nome de vários reis dinamarqueses semi-lendários.


Mas não há qualquer evidencia que haja ligação entre Danr e Danrlei, exceto as quatro primeiras letras iguais. Acredito que a maioria das pessoas que usa o nome Danrlei é em homenagem ao jogador de futebol, por isso deve ser uma nomeação comum entre gremistas. 



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terça-feira, 28 de junho de 2016

Taffarel

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Muitas vezes as pessoas famosas – como por exemplo, os jogadores de futebol – são conhecidas pelo sobrenome. Nesse caso, as pessoas que são fãs daquele determinado famoso e decidem homenageá-lo através da nomeação de um filho, acabam usando o sobrenome ao invés do nome. Aconteceu com Ravel e com Riquelme por exemplo, o primeiro sobrenome do famoso músico argentino, e o segundo, nome de um jogador notável de futebol.

Embora em menor ênfase, isso aconteceu também com o goleiro Taffarel. Na verdade, o nome dele é Cláudio Taffarel, nascido no município de Santa Rosa/RS (Há divergências, uma vez que ele teria nascido no Hospital de Tuparendi, então os tuparendienses, que são vizinhos de Santa Rosa, reivindicam ser a cidade natal de Taffarel), que atuou como goleiro do Internacional e mais tarde, da Seleção Brasileira.

A Wikipédia caracteriza Taffarel:

Cláudio André Mergen Taffarel, mais conhecido como Cláudio Taffarel, ou simplesmente Taffarel (Santa Rosa, 8 de maio de 1966), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como goleiro. É o atual treinador de goleiros do Brasil e do Galatasaray.

Reconhecidamente um dos maiores ídolos da história da Seleção Brasileira,e considerado por muitos,um dos melhores goleiros de todos os tempos, Taffarel pela seleção principal soma 104 jogos oficiais, 09 jogos não oficiais e mais 6 jogos da seleção Olímpica e 4 jogos da seleção do Pan americano somando 123 jogos, participando de três Copas do Mundo (1990, 1994 e 1998), sendo uma das principais peças do tetracampeonato. Integra o Hall da Fama da seleção no Museu do Futebol Brasileiro, ao lado de jogadores como Pelé, Zico, Romário e Ronaldo.

Caracterizou-se por ser um especialista em defender pênaltis, ganhando até um bordão do narrador Galvão Bueno, o "Sai que é sua, Taffarel!", repetido por Galvão devido a colocação perfeita e difíceis defesas do arqueiro.

São 179 pessoas chamadas Taffarel no Brasil, segundo o IBGE (Nomes no Brasil, Censo 2010), sendo que a maioria deles está no Rio Grande do Sul.

A maioria das pessoas que usaram esse nome, no entanto, decidiram simplificar a grafia, e acabaram registrando Tafarel: essa grafia tem 1.568 representantes em todo o país, a maioria em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, todos nascidos entre os anos 80 e 90. Já 34 pessoas receberam o nome na grafia Thafarel.

Taffarel é um sobrenome italiano, que no livro  "Filius Quondam", de Ciro Mioranza, tem as seguintes características:

Sobrenome raro e típico do norte da Itália. Levantado em 30 dos 8.103 municípios italianos, sua presença se concentra hoje quase exclusivamente na área limítrofe entre as regiões do Vêneto e do Friuli-Venécia Júlia. Suas origens etimológicas remontam ao vocábulo árabe tayfuri, fabricante e vendedor de louças, ou do termo igualmente árabe taifur, inconstante, volúvel, inconsequente. Introduzido na Itália em decorrência das fortes relações comerciais das repúblicas marítimas, como Veneza e Gênova, com o Oriente muçulmano, o termo sofreu diferentes evoluções ou transformações fonéticas, fixando-se no italiano em tafuro, taffuro e tafaro, taffaro. Mediante o acréscimo do sufixo diminutivo -ello, na forma truncada ou apocopada -el, típica dos falares regionais setentrionais, tem-se Taffarel. O nome de família relembra a profissão do ancestral iniciador do tronco familiar ou um apelativo que lhe foi conferido em função de sua personalidade, de seu temperamento ou de suas atitudes comportamentais.

 Segundo o que consta acima, pode existir na Itália a variante Taffarello. Já o Blog da Família Taffarel conta o seguinte:

O sobrenome Taffarel teria surgido entre os séculos XI e XII. Um patriarca no desejo de transmitir a seus filhos o seu apelido Tagfuri, Taifur ou Tafar (vocábulos árabes que significam fabricante/vendedor de louças) deu origem à família/clã DEI TAFFAREL, do qual surgiu posteriormente Taffar, Taffarellus, Tafarel e Taffarel. Os primeiros dados a respeito da família Taffarel surgiram na região de Vêneto - Itália e de onde vieram nossos antepassados. Em busca de novos horizontes e promessas de uma vida mais próspera, cinco irmãos chegaram ao Rio Grande do Sul, escolhendo a antiga cidade de Monte Vêneto, atual Cotiporã, para fixar suas raízes.


Enfim, o sobrenome Taffarel veio parar no Rio Grande do Sul através da Imigração italiana, no final do século XIX e início do século XX, e acabou por se transformar em um nome próprio de várias pessoas através da fama do goleiro Cláudio Taffarel. 

Taffarel, em atuação como goleiro

Taffarel hoje em dia, atuando como treinador de goleiros.





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domingo, 12 de junho de 2016

Jardel

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No Rio Grande do Sul, o nome Jardel é comum pela referência ao jogador Mário Jardel Almeida Ribeiro, conhecido apenas como Jardel, que foi um ídolo do Grêmio Futebol Clube na década de 90. Depois disso, ele jogou no Porto, em Portugal, e se envolveu com escândalos que diminuíram sua popularidade, e mais ainda depois de ter sido eleito Deputado Estadual do Rio Grande do Sul em 2014, e ter sido acusado de transgressões.

Na verdade, há 28.258 pessoas chamadas Jardel no Brasil inteiro, segundo o IBGE (Nomes no Brasil, Censo 2010), e a maior taxa é do Piauí. Esses nascimentos aconteceram com auge entre as décadas de 1980 e 1990, com destaque para os anos 90, onde foram mais de 11 mil pessoas nascidas com o nome no território brasileiro.

No Rio Grande do Sul, onde Jardel teve destaque como ídolo do Grêmio, nasceram 3.870 pessoas com o nome. É aprovado na lista portuguesa e teve 2 registros de Jardel em Portugal no ano de 2015. Possivelmente quando o jogador atuava em Portugal, esse número tenha sido maior.

O significado do nome Jardel já é algo complicado de absorver. O Dicionário de Nomes Próprios diz que Jardel origina-se no francês medieval e quer dizer literalmente “joio”. Entretanto, há 99,99% de chance de isso ter sido inventado.

A maioria das pessoas registradas na década de 90, creio eu, foi em homenagem ao jogador Jardel. Mas em potencial, acho que o próprio Jardel tenha sido registrado em homenagem ao ator Jardel Filho, que nasceu em 1927, e entre outros papeis, interpretou o Dr. Juarez Leão na novela “O Bem Amado”.

Outras referências de Jardel:

Jardel Mello, ator e diretor brasileiro de televisão e cinema. 
Jardel Nivaldo Vieira, mais conhecido como Jardel, jogador de futebol brasileiro.
Jardel Pereira de Souza, mais conhecido como Jardel, também jogador de futebol brasileiro.  
Jardel Gregório, é um atleta brasileiro que compete no salto triplo. É atualmente um dos maiores nomes do atletismo do país.
Jardel Pizzinatto, um jogador de handebol brasileiro (gaúcho, nascido em Sarandi RS), na posição de pivô.

Jardel Moreira Lemos, outro jogador de futebol brasileiro, mais antigo, que tinha o curioso apelido de Cavaleiro Negro. 




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sábado, 11 de junho de 2016

Romário

Romário em 1994

No Brasil, há 59.881 homens chamados Romário. A quantidade, perto de outros nomes mais populares, não é tão grande, não fosse por um detalhe: destes mais de 59 mil, 39.740 nasceram na década de 90, precisamente o período em que o jogador de futebol, hoje Senador, fez mais sucesso como atacante na Copa do Mundo de 1994, quando o Brasil conquistou o Tetra.

Na década anterior, os anos 80, foram 10.511 pessoas, e nos anos 2000, a década posterior, o número caiu para 3.601 pessoas. A maior frequência se dá em Tocantins, mas os Romários estão bem distribuídos por todos os estados do Brasil.

Evidentemente, a febre passou, e o desempenho como Senador parece não ter mantido a idolatria do povo brasileiro: na lista da Arpen/SP de 2015 apenas 5 pessoas foram registradas como Romário e 3 Romario, sem acento, totalizando só 8 garotos batizados com o nome do baixinho.

Romário sempre foi um jogador excepcional, tendo conquistado a paixão de uma boa parte do povo brasileiro, e principalmente dos vascaínos, pois ele jogou boa parte da sua carreira no Vasco. Como já sabemos, nomes de personagens, de atores, de pessoas famosas em geral, incluindo os jogadores de futebol costumam influenciar os pais e mães na hora da escolha do nome dos seus filhos.

Isso também aconteceu com Romário. O número expressivo de Romários na década de 90 já demonstra o quanto o sucesso do jogador influenciou nessa escolha. Alguns dos fãs mais entusiasmados de Romário acabaram homenageando como uma grande honra: o nome do filho. Segundo uma matéria do Globo Esporte, só entre a Série A e B do campeonato carioca de 2014, haviam 8 jogadores que se chamavam Romário.

Confira abaixo a lista de todos os “Romários” que estão inscritos no Campeonato Carioca.

Série A

Romário de Oliveira dos Santos – Atacante do Bangu – Nascimento: 20/09/1993
Romário Corrêa de Souza – Atacante emprestado pelo Vasco ao Boavista – Nascimento: 15/01/1992
Romário Santos da Silva – Lateral-esquerdo do Boavista – Nascimento: 12/08/1991
Romário Perelli Pereira Pacheco de Oliveira – Meia do Flamengo – Nascimento: 03/07/1994             Romário Barbosa de Oliveira – Atacante do Madureira – Nascimento: 17/07/1994

Série B

Romário Oliveira Pacheco – Atacante do Angra dos Reis – Nascimento: 20/09/1993
Romário Costa Barroso – Meia da Portuguesa da Ilha – Nascimento: 18/09/1993
Romário Carvalho de Almeida – Meia do Tigres do Brasil – Nascimento: 07/11/1993
Fonte: Globo Esporte “'Geração Romário': séries A e B do Carioca têm oito xarás do Baixinho”

Segundo uma matéria do Correio de Uberlândia, “outros atletas de renome, como Taffarel, goleiro na Copa de 1990, o atacante Romário e o meia Raí, ambos destaques do Mundial de 1994, o atacante Ronaldo, destaque na Copa de 2002, além de Neymar, maior aposta deste mundial, e do português Cristiano Ronaldo também serviram de inspiração para pais darem nomes a seus filhos”.

Quanto à origem e significado de Romário, ele possivelmente é uma variante de Ramiro, embora possa ser também uma combinação de Rosa (ou outros nomes começando com –Ro), com Mário, considerando que é muito comum os pais darem à seu filho um nome que é a combinação de seus próprios nomes.

No caso de ser uma variante de Ramiro, este é uma forma espanhola e portuguesa de Ramirus, uma forma latinizada do nome visigodo derivado dos elementos germânicos “ragin” (conselho) e “meri” (famoso). São Ramiro foi um religioso do século 6, entre outros monges que foram executados por visigodos arianos, que se opunham ao cristianismo ortodoxo.

Já o Dicionário de Nomes Próprios, apesar de não citar suas fontes, diz que Romário significa “famoso pela glória”, a partir do nome germânico Hrommar, que junta os elementos “Hrom” (Glória) e “mar” (famoso, brilhante). Não tenho conhecimentos em germânico antigo ou alemão para determinar se isso faz sentido, portanto, não confio tanto na fonte.

Outros dizem que Romário seria uma variante de Romero, em referência à “romeiro”, ou seja, os peregrinos que vão para Roma, mas não há também confirmações etimológicas. O fato é que adaptaram esse nome, e ele passou a ser muito mais usado depois da fama do jogador. Hoje em dia, é muito fácil encontrar pessoas chamadas Romário. 





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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Título do Palmeiras sobre Corinthians rendeu 'boom' de bebês com nome Evair

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De acordo com as poucas fontes disponíveis, Evair seria uma variante de Ivair, que supostamente seria um nome indígena de origem tupi-guarani que significa "Rio das Flechas". 

Há 5.595 pessoas chamadas Evair no Brasil, de acordo com o IBGE (Nomes no Brasil, Censo 2010), a maioria nascidos na década de 90 e com maior frequência em Mato Grosso. Já Ivair é o nome de 9.299 pessoas, a maioria nascidos nos anos 60 e com maior frequência em Santa Catarina. 

Leia a matéria completa:


Evair marcou 18 gols no Paulistão 1993, dois deles na final
Evair marcou 18 gols no Paulistão 1993, dois deles na final
12 de junho de 1993. No Morumbi, Evair Aparecido Paulino marcava de pênalti o gol que confirmou o título estadual do Palmeiras sobre o Corinthians em vitória por 4 a 0. Em hospitais não tão distantes do estádio, nasciam três bebês cujos nomes de batismo se transformaram em uma homenagem ao ídolo alviverde.
Os fatos não foram isolados. Além dos três meninos nascidos no dia da quebra do tabu de 17 anos sem títulos do Palmeiras, outros 188 recém-nascidos foram registrados como Evair em cidades paulistas, no ano de 1993. Os dados foram passados à reportagem do UOL Esporte pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP).
O 'boom' de bebês Evair começou justamente na época do título estadual do Palmeiras naquele ano. Em 1992, o fenômeno começou de forma tímida: 41 bebês receberam nome do ex-jogador, que chegou ao Palmeiras na temporada anterior -- 21 pais homenagearam o Evair em 1991.
A partir de 1995, depois que o ídolo deixou o Palmeiras pela primeira vez, o número começou a cair: no ano do bicampeonato brasileiro, também sobre o Corinthians, foram 128 registros. Eles passaram a 50 e depois a 32. Em 2009, apenas quatro bebês foram chamados de Evair. 
Em contato com a reportagem, o herói palmeirense em 1993 mostrou-se surpreso com o fato ocorrido naquela época. "Isso é maravilhoso, bom demais. Nunca imaginei isso. Às vezes encontro um em alguns eventos, mas nunca imaginei que eram tantos", disse o ex-centroavante.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quantidade de registros com Evair também aumentou no âmbito nacional. Nos anos 1980, por exemplo, 803 bebês receberam o nome. O número chegou a 1.990 na década seguinte e caiu a 320 em 2000.
Evair explica ainda que o título de 1993 ajudou a aumentar o número de palmeirenses. De acordo com ele, muitas pessoas admitem ter virado torcedor do Palmeiras depois do gol de pênalti na prorrogação na final do Paulistão -- o ex-atacante já havia marcado um gol no tempo normal, assim como Zinho e Edilson.
"Dizem para mim: meu filho se chama Evair por causa do 12 de junho de 1993. Alguns falam isso e muitos outros falam que são palmeirenses por causa daquele título contra o Corinthians", frisou.

Ele é um dos "filhos" do dérbi de 93

Evair Nascimento Arthur, de 22 anos, ganhou esse nome do pai. Logo após o parto, em 7 de julho de 1993, 25 dias depois do título alviverde sobre o Corinthians no Morumbi, Maurício decidiu homenagear o ídolo e herói do Palmeiras.

Evair: nome de craque e do ídolo
Registrou, dessa forma, o filho como Evair, sem o consentimento de Elizia, sua mulher. O trato do casal consistia em Maurício escolher entre os nomes Felipe e Guilherme. Ele, no entanto, optou pelo nome do ídolo depois da sugestão de um amigo, ainda eufórico pela conquista.
"Ela me fala até hoje que era para ser outro nome. Eu agradeço muito ao meu pai por ter me dado esse nome. Tenho o nome do cara que nos tirou da fila de títulos. Um dos maiores artilheiros, terror dos rivais. Isso não tem preço", disse Evair Nascimento, o caçula de quatro filhos.
O rapaz, que mora na capital paulista com a mãe e os irmãos, disse que tornou-se fanático pelo clube já na infância, aos cinco anos. E naquela época ganhou a explicação do nome dado a ele. "Meu pai era muito fanático. Eu sempre assistia jogo com ele. Comecei a entender", relembrou.


Evair, o herói, também é uma homenagem


O camisa 9 do Palmeiras em 1993 também foi batizado de Evair após uma escolha do pai. No dia 21 de fevereiro de 1965, José Paulino escolheu o nome por ser fã do futebol de Ivair, meia-atacante da Portuguesa, também conhecido por "Príncipe".
"Meu pai escolheu o nome e trocou a primeira letra porque gostava mais de Evair. Ele me contou quando virei jogador do Guarani", relembrou o craque, que admite: Seu José Paulino era corintiano e virou palmeirense depois que o filho vestiu a camisa alviverde.
Ivair, para felicidade de Seu José, chegou a jogar no Corinthians, sem o mesmo brilho da Portuguesa. Já Evair, depois de despontar no Guarani em meados da década de 1980 e defender a Atalanta-ITA, chegou ao Palmeiras em 1991, há exatos 25 anos, para fazer história no clube. 
Evair ainda falou sobre o fato de Palmeiras e Corinthians voltarem a se enfrentar em um 12 de junho depois de 23 anos. A partida será disputada pela primeira vez desde a final do Campeonato Paulista de 1993. Em vez do Morumbi, o palco será o Allianz Parque.
"Não é coincidência. Alguém deve ter programado para que acontecesse isso", brincou o ex-atacante, que é otimista em relação ao resultado. "Acho difícil repetir o 4 a 0, mas tem condição de ganhar. Está numa boa fase, tem de saber tirar proveito disso."



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