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sábado, 21 de maio de 2016

Mayim

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Esse texto foi
originalmente 
publicado no Blog dos
Nomes, de autoria
de Luinara Menezes.
Para acessar o texto 
no blog original, 

Mayim é um nome hebraico e significa "água". Mayim também é o nome de uma dança folclórica judaica. Este é um nome curto com uma sonoridade leve e não ter um som que muitos consideram "pesado". Sendo assim, mesmo que possa causar estranheza no primeiro contato, mas é fácil de se familiarizar e admirá-lo, mas fácil até que muitos nomes mais comuns em nosso idioma. 

A associação do significado com o nome pode ser um ponto atrativo para ele. Normalmente um nome com associação com a natureza ou algum elemento da natureza é mais fácil de apreciar e imagino que com Mayim se passa o mesmo. Para os que gostam de nomes mais exóticos e curtinhos, este nome seria uma boa escolha. 

A sonoridade lembra um pouco o nome que é mais comum aos nossos ouvidos, Mayara, seu diminutivo May também é o mesmo do nome Mayara. Já a terminação lembra outro nome mais familiar aos nossos ouvidos Yasmim. Sendo assim, Mayim é uma mistura de dois nomes que, para muitos, é muito exótico, principalmente para os portugueses.

Há uma atriz bastante conhecida pelos seriados que ela já atuou e que leva o nome Mayim ao conhecimento, a atriz Mayim Bialik, protagonista do seriado Blossom e uma das atrizes principais do seriado The Big Bang Theory.


Luinara Menezes





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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Nomes Frutais Femininos

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A presente lista pretende apresentar nomes de frutas usáveis em crianças, adultos e idosos. Claro que frutas como Banana, Maçã, Abacaxi, Abacate, Carambola não dão certo, mas há outros que se assemelham bastantes a nomes próprios, e também em outras línguas se tornam bastantes usuais, vamos conhecê-los melhor. Veja:
  • Acerola – (Malpighia glabra) provêm do árabe az-zu'rur, através do espanhol acerola. Variante: Azerola;
  • Akee - (Blighia sapida) é uma fruta da família Sapindaceae. Em maori significa “mais”;
  • Ameixa - (Prunus serrulata) espécie japonesa, apesar do seu nome, teve a sua origem provável na China. Variante: Ximenia;
  • Amêndoa - vem do latim amygdala. Variante italiana: Mandorla;
  • Amora - originário da Espanha e significa “amor”. Variante: Amorina;
  • Apple - é o pseudofruto pomáceo da macieira, árvore da família Rosaceae. É um dos pseudofrutos de árvore mais cultivados, e o mais conhecido dos muitos membros do gênero Malus que são usados ​​pelos seres humanos. Em português, remete a fruta maçã, que originou-se do termo latim mala matiana, que significa "maçãs de Mácio";
  • Avelã - (Corylus avellana) procede do latim nux abellana, que significa “noz de Abela”;
  • Cacau – (Theobroma cacao) é da família Malvaceae e a sua origem é a América do Sul. Significa “alimento dos deuses”;
  • Carissa - derivado do grego χαρις (charis) que significa "graça, bondade". A espécie Carissa grandiflora A.D.C. é de origem africana. Outras duas espécies de origem indiana e africana também recebem o mesmo nome comum, mas são chamadas, também de Karanda e Carissa do Egito;
  • Cereja – (Cerasus) do grego kerasion e latim cerasium. Variantes: inglês - Cherry, espanhol - Cereza, francês - Cerise, italiano – Ciliegia, alemão - Kirsch-, grego – Kerasiá, romeno – Cires, húngaro – Csereznyie, finlandês – Kirsikka e letão - Kirsis);
  • Cherimoya – o nome origina-se da Chirimoya palavra quíchua, que significa "sementes frias", porque a planta cresce em altas altitudes e as sementes germinam em altitudes mais elevadas. Na Bolívia, Peru, Chile, Equador e Colômbia, o fruto é popularmente conhecido como Chirimoya (escrito em conformidade com as regras de língua espanhola). Em português, remete a fruta graviola;
  • Clementina – a partir do latim Clementius, que significa “gentil, misericordiosa”. É uma fruta cítrica de cor alaranjada e sabor adocicado. Parece ser uma antiga espécie selvagem, nativa da Ásia. Variantes: inglês & francês – Clementine e Clemence, inglês – Clemency, latim romano – Clementia, croata & esloveno – Klementina, polaco – Klementyna, macedônio – Klimentina e croata, esloveno & macedônio – Tina;
  • Condessa - (Rollinia mucosa) desde o título aristocrático, derivado do latim “comitissa”. Mais comummente uma palavra, foi utilizado ocasionalmente como um nome dado medieval. Variantes: inglês – Countess, espanhol – Condesa, francês – Comtesse, italiano – Contessa, alemão – Gräfin, grego – Kómissa e romeno – Contesa);
  • Fraise - (Fragaria) é considerada na linguagem comum, como a fruta vermelha do morangueiro, da família das rosáceas. “La fraise de jardin” (O morango de Jardim) foi criado pela primeira vez na Bretanha, no noroeste da França, na década de 1750 por meio de um cruzamento de Fragaria virginiana do leste da América do Norte com a variedade Fragaria chiloensis, que foi trazida do Chile por Amédée-François Frézier em 1714. Variantes: português – Morango, inglês e alemão – Strawberry, espanhol – Fresa, italiano – Fragola, grego – Fráoula, romeno - Căpșună, latim – Fragum);
  • Framboesa – (Rubus idaeus) originária dos campos do centro e norte da Europa e de parte da Ásia, a planta espinhosa pertence à família das Rosáceas e seu fruto é frequentemente confundido com a amora-preta, da qual se diferencia por ser oco e portanto mais delicado. Variante francesa - Framboise);
  • Ilama – (Annona diversifolia) o nome é derivado do espanhol ilamatzapotl Nahuatl, cuja tradução aproximada é "sapote da velha";
  • Ingá – a partir do gênero Inga, da subfamília Mimosoideae, da família Fabaceae. Originou-se do termo tupi in-gá. De acordo com alguns, significa "embebido, empapado, ensopado", devido talvez à consistência da polpa aquosa que envolve as sementes;
  • Lichia - (Litchia chinensis) é uma espécie do gênero botânico Litchi, pertencente à família Sapindaceae. É uma árvore frutífera conhecida popularmente como lecheira, licheira, lichi ou uruvaia. "Lechia", "lichia" e "lichi" provêm do chinês li-chi, que significa “ameixa de comer” ou também pode ser “dentes”;
  • Mamey – (Pouteria sapota) uma espécie de árvore nativa da América Central, naturalmente que vão desde o sul do México até o sul Costa Rica, além de Cuba. A fruta tem nomes diferentes dependendo do país: Mamey (Cuba), Zapote (Costa Rica), Níspero e Rojo Zapote (América do Sul), entre outros;
  • Malang – (Artocarpus odoratissimus) É uma árvore da amoreira e da família do figo Moraceae. É nativo a Bornéu, Palawan, e ilha de Mindanao, e está intimamente relacionado com as árvores jaca, Cempedak, e fruta-pão que todos pertencem ao mesmo gênero;
  • Marula - (Sclerocarya birrea) skleros “dura” e karya “noz” (referência à semente) é uma árvore de tamanho mediano, originária do bioma das savanas da África oriental. Variantes: inglês - Jelly Plum, Morula, Cider, Maroola;
  • Peach - (Prunus persica) o nome é uma referência ao largo cultivo da espécie no Irã (antiga Pérsia) durante a Antiguidade, de onde foi transplantada para a Europa. Os romanos referiam-se como malus persicum ou "maçã da Pérsia", sendo, portanto essa denominação em latim a origem tanto às palavras em português quanto a outras cognatas em diversas línguas europeias. Variantes: português – Pêssego, búlgaro – Praskova, chinês – Táosè, crioulo haitiano – Pèch, croata e sérvio – Breskva, esperanto – Persiko, finlandês – Persikka, galego – Pexego, georgiano – Atami, grego - Rodákino, hindi – Aadoo, holandês – Perzik, indonésio e russo – Persik, japonês – Pichi, latim – Persici,  letão – Persiks, lituano – Persikas, macedônico – Praska,  malgaxe – Paiso, marathi - Sudanra ākarṣaka mulagī, norueguês – Fersken, punjabi - Āṛū, romeno – Piersic, sesotho – Perekisi, na Somália – Biij, sueco – Persika, tagalo – Milokoton, tailandês – Phïch, turco – Şeftali, ucraniano – Persyk, usbeque – Shaftoli);
  • Physalis - (Physalis angulata, lê-se Fisális) é uma planta herbácea de hábitos perenes e reproduzida por sementes. O gênero destaca-se, na família Solanaceae, por apresentar cálice frutífero acrescente, vesiculoso e intumescido, envolvendo completamente o fruto. Pode chegar aos dois metros de altura;
  • Pinha – (Annona squamosa) o nome "fruta-do-conde" deve-se ao fato da primeira muda da espécie no Brasil, foi trazida pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa. No Nordeste do Brasil é popularmente conhecida como "Pinha", em Brasília e interior do estado do Rio de Janeiro é confundida com a Annona coriacea. É também conhecida no Norte e em partes do Nordeste do Brasil como ata. No sul do país, é conhecida como Ariticum ou Araticum;
  • Pistácia – (Pistacia Vera) pertence à família da Anacardiaceae, também chama de Pistache ou Pistáchio. Essas denominações tanto se aplicam à árvore quanto ao fruto seco verde. Nativa do sudoeste asiático (Ásia Menor, Irão, Síria, Israel e Palestina), de onde se estendeu o cultivo à região mediterrânica e à Califórnia;
  • Pitanga – (Eugenia uniflora L.) A pitanga é o fruto da pitangueira, dicotiledônea da família das mirtáceas. Tem a forma de bolinhas globosas e carnosas, de cor vermelha, laranja, amarela ou preta. Significa do termo tupi antigo ybápytanga, que significa "fruto avermelhado" (ybá, "fruto" + pytang, "avermelhado" + a, sufixo), numa referência à cor mais comum do fruto. Existe outra espécie homônima, Eugenia uniflora O. Berg, descrita em 1857, e renomeada Eugenia lineatifolia (O. Berg) Mattos em 1993. Em inglês britânico e norte-americano, o fruto é também conhecido como Pitanga ou então como brazilian cherry, surinam cherry ou south cherry;
  • Pitaya - é o nome dado ao fruto de várias espécies de cactos epífito dos gêneros Hylocereus e Selenicereus, nativas de regiões da América Central e México, também cultivadas em Israel, no Brasil e na China. O termo Pitaya significa “fruta escamosa”, também sendo chamada de fruta-dragão em algumas línguas, como o inglês. Como a planta só floresce pela noite (com pequenas flores brancas) são também chamadas de Flor-da-Noite;
  • Pulasan - (Nephelium mutabile) bluma, família Sapindaceae, é uma fruta tropical estreitamente aliada à Rambutan e às vezes confundido com ele. O nome vem de Malai, da palavra pulas (torção) relacionadas com "pilas" (remover) de Tagalog. O fruto é aberto através do ato de torcer o fruto com as duas mãos, daí o nome;
  • Quina - (Strychnos pseudo-quina) originária dos Andes, seu significado é “fruta com gosto amargo”. Sua inflorescência rósea em panícula é muito pequena, medindo meio centímetro de diâmetro, na estrela, e talvez 0,6 cm de altura;
  • Romã - (Punica granatum) é uma infrutescência da romãzeira, o fruto é comum no mediterrâneo oriental e médio oriente. É uma baláustia. É coberto por uma casca coreácea de cor castanho brilhante e contém suco de carmesim, em bolsa individuais, contendo cada uma grande semente;
  • Sakura – (Prunus serrulata) do japonês, que significa “cerejeira”, “árvore de cereja”. A cerejeira é o nome dado a várias espécies de árvores frutíferas de clima temperado cujo a maioria são originárias da Ásia, algumas frutíferas, outras produtoras de madeira nobre;
  • Salak - (Salacca zalacca) é uma espécie de palmeira (família da Arecaceae) nativo para Java e Sumatra. É cultivada em outras regiões como alimento, e, segundo informações naturalizado em Bali, Lombok, Timor, Malásia, Maluku e Sulawesi;
  • Taiúva - (Maclura tinctoria) É um fruto da família das Moráceas. A partir do tupi guarani e significa “Fruta ou árvore do leite amarelo” por causa do tanto de frutos ou o tronco e galhos feridos que exumem um látex amarelado. Também recebe o nome de Amora branca, Amora de espinho, Amora do mato, Amora amarela, Amora brava, Limorana, Taiúba, Tatané e Tatarema;
  • Tâmara - (Phoenix dactylifera) a tamareira (do árabe التمر "tamar") ou datileira, em árabe, a palavra tâmara significa realmente dedo de luz (douglat nour), lembrando a forma e a transparência luminosa dos frutos da tamareira. Ela é uma palmeira extensivamente cultivada pelos seus frutos comestíveis, as tâmaras. Elas possuem coloração avermelhada e são frutos fibrosos de sabor agridoce;
  • Velvet – (Chomélia martiana Muell Arg) É de veludo Amur da família: Rubiacede. A partir da palavra do inglês para “tecido macio”. Tornou-se usado como um nome dado depois que o personagem principal no livro de Enid Bagnold "National Velvet" (1935) e do filme (1944) e da televisão (1960) adaptações;
  • Wampi – (Clausena lansium) da família das Rutáceas, é uma árvore comumente cultivada na China e também no Havaí. Foi introduzida da China para as Filipinas, onde se adaptou bem. Era conhecido nas Filipinas antes de 1837, e da China foi reintroduzida em 1912. Também conhecida como Wampee, Wampi, Uampi, Vampi e Clausena;
  • Xixá - (Stherculia strita) provém do tupi e significa “fruto semelhante a mão ou punho fechado”, aludindo a forma das cápsulas individuais, é chamada carinhosamente de “coraçãozinho do Cerrado” pelo seu formato de coração (estilo romanceado). Seu gênero é Sterculia, da família Sterculiaceae, conhecida também como Chichá-do-Cerrado.


Yasmim Paiva.


Usariam algum?

sábado, 26 de setembro de 2015

Cora

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Cora é a forma latinizada de Kore (em português, Coré). Não foi utilizado como um nome próprio no mundo de fala inglesa até o momento em que foi usado por James Fenimore Cooper para uma personagem no seu romance “O último dos Moicanos” (1826).

Kore significa “donzela” em grego. É um outro nome para a deusa Perséfone. De qualquer forma, muitas vezes é usado como abreviação de Corina, Cordula ou outros nomes que começam com “cor”.

Variantes: Nele, Kora (alemão), Kore, Kore (Mitologia Grega)

Diminutivos: Coretta, Corrie, Corie (inglês)

Outros idiomas: Corinna, Korinna (em grego antigo), Cornelia (romano antigo), Kornelija (croata), Kornelie, Nela (Checo), Cornelia, Cokkie, Corrie, Lia, Lieke (holandês), Corinne, Cornelie (francês), Korina (grego), Kornélia (húngaro), Cornelia (italiano), Kornelia (polonês), Corina, Cornelia (romeno), Kornelija (sérvio);

Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985) foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), quando já tinha quase 76 anos de idade.  Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás

Cora foi o nome escolhido para a filha do ator brasileiro Thiago Lacerda: a menina hoje tem 4 anos e tem dois irmãos, chamados Pilar e Gael.




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terça-feira, 16 de junho de 2015

Maya

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Nome presente em várias culturas, Maya pode significar "ilusão", em sânscrito {Na tradição budista, esse seria o nome da mãe de Siddartha Gautama (o Buda) e também é um outro nome para a deusa hindu Durga}; Pode significar ainda "água", da palavra mayim, em hebraico.

Pode também ser dado em referência aos povos maias, indígenas latino americanos que construíram uma grande civilização no sul do México e na América Latina, mas foram dizimados pelos espanhóis. Em português, também tem uma ligação fonética com o nome do mês de maio.


ruínas da civilização maia. 


Outros idiomas: Maja (croata), Maja (dinamarquês), Maia (em georgiano), Maja (alemão), Maia (mitologia grega), Maja (norueguês), Maja (polonês), Maia (mitologia romana), Maja (sérvio), Maja (esloveno), Maja (sueco)


O nome Maya foi uma novidade exclusiva da lista de 2014, dos nomes mais usados organizados pelo Baby Center Brasil, e já entrou na lista figurando na 84ª posição. 

Nos dados da ferramenta Nomes no Brasil (IBGE, Censo 2010), Maya aparece com apenas 805 registros. Muito mais da metade foram registradas durante os anos 2000. Já Maia, com essa grafia, foi o preferido dos brasileiros até então, com 3.527 registros, estes em sua maioria também ocorridos após o ano 2000 e com maior frequência no Piauí. 

A julgar pelo crescimento da preferência pelo nome Maya ou então,  Maia, teremos um aumento significativo nas próximas coletas de dados, visto que foram 442 meninas chamadas Maya registradas no ano de 2015 (somadas à 42 com a grafia Maia), no estado de São Paulo, segundo dados da Arpen SP. No ano anterior haviam sido  231 registros de Maya (além de 23 de Maia), o que significa que por pouco, Maya não dobrou o número de registros em um ano!.


Já em Portugal, mesmo sendo aprovado, Maia obteve apenas 5 registros e alguns compostos com Maya, que nessa grafia não é admitido e por conta disso, provavelmente tais registros provem de famílias estrangeiras.

Esse é um dos poucos nomes que gosto escrito com "y", pois diferencia-o do sobrenome "Maia", bastante comum no Brasil. 

Juliana Paes, atriz brasileira, interpretou a personagem indiana Maya, na novela Caminho das Índias. Isso influenciou imensamente o uso do nome, já que ele era praticamente desconhecido até então. Essa novela foi exibida pela Rede Globo em 2009 e foi uma das maiores audiências da emissora. A personagem acabou caindo nas graças e seu nome, em consequência, alçou voos maiores. 

Juliana Paes, como Maya, ao lado do seu par
 romântico Raaj, interpretado por Rodrigo Lombardi 


Outras referências:


Maya Gabeira, filha do deputado federal Fernando Gabeira, é uma surfista profissional, ganhadora de vários troféus ao redor do mundo.

Maya Angelou, premiada escritora e poeta norte-americana. Foi também condecorada pelo presidente Barack Obama, em 2010, por seu ativismo em direitos civis.

Maia Mitchell, atriz australiana;
Maia Morgenstern, atriz romena;
Maya Deren, diretora americana;

Maya Hazen, atriz japonesa;
Maya Lin, escultora norte-americana;
Maya Moore, jogadora de basquete norte-americana;

Maya Okamoto, dubladora japonesa;
Maya Rudolph, atriz, comediante e cantora norte-americana;
Maya Sansa, atriz italiana;
Maya Zankoul, escritora, artista visual e jornalista libanesa.

Em 2013,  nasceram as gêmeas da modelo e Miss Brasil 2007, Natália Guimarães, casada com Leandro, do KLB, que se chamam Maya e Kiara.



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domingo, 14 de junho de 2015

Eloá & Eloah

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Eloá é um nome de destaque em 2014. No Ranking anual do Baby Center Brasil, ele está na 60ª posição, mas subiu 12 em relação ao Ranking de 2013.

De acordo com o Behind The Name, Eloá (Eloah) é uma variante de Elah (árvore de carvalho em hebraico), ou uma forma feminina singular de Elohim, que ocorre normalmente apenas em poesia e prosa. Esta forma singular incomum é usada em seis lugares da Bíblia para designar divindades pagãs. 

A forma normal de Elohim também é usada no plural para referir-se a múltiplas outras divindades, seja para deuses ou para imagens, ou para um deus. Na grande maioria dos casos, ambos são usados como um nome de um deus de Israel.

Em São Paulo, no ano de 2014, de acordo com os dados da Arpen, foram registradas as seguintes formas deste nome:

Nome
Quantidade
Eloá
805
Eloah
440
Heloá
234
Eloa
174
Elloá
135
Heloa
68
Helloa
66
Elloah
50
Elloa
48


Já segundo o IBGE (Nomes no Brasil, Censo 2010), Eloá é o nome de 18.679 pessoas, sendo que isso faz dele o 613º nome feminino mais registrado dentro do período do último Censo, considerando pessoas vivas. Mais de 11.800 delas nasceram depois dos anos 2000, e o estado de destaque é o Rio Grande do Sul, onde há 2.746 meninas com esse nome. A grafia Eloah, por sua vez, era bem menos usada pelo menos no que se refere até 2010, com 1.895 pessoas. 

Uma referência interessante é Eloá do Vale Quadros (1917-90), casada com Jânio Quadros, foi primeira-dama do Brasil em 1961.

O caso Eloá refere-se ao mais longo sequestro em cárcere privado já registrado pela polícia do estado brasileiro de São Paulo que adquiriu grande repercussão nacional e internacional. Pelo visto, a tragédia com a adolescente Eloá, sequestrada, mantida em cárcere privado e mais tarde, assassinada pelo ex-namorado, não incomodou em nada a preferência dos brasileiros por este nome. Pode inclusive ter aumentado a popularidade do nome depois do ocorrido. 


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