Sebastião é a forma portuguesa de Sebastianus, que vem da referência a Sebaste, uma cidade na Ásia Menor. O nome Sebaste deriva do grego, (sebastos σεβαστος), que quer dizer “venerável”, seria, na verdade, a tradução do latim Augustus, o título dos imperadores romanos.
Sebastião é um daqueles nomes típicos do Brasil. Foi usado em
demasia em determinadas regiões em determinadas épocas. Provavelmente, é tão
popular por causa da devoção popular à São Sebastião.
Entretanto, não é um nome totalmente esquecido. O nome Sebastião foi dado à 20 meninos no estado de São Paulo em 2014,
segundo dados da Arpen/SP. Porém, os brasileiros – segundo a mesma lista –
preferiram a grafia Sebastian, nome
dado à 45 meninos nascidos nesse ano.
Sebastian conserva a masculinidade e potencial do nome, mas suaviza a sua terminação em "ão", que para muitos é considerada bruta.
São Sebastião (França, 256 d.C. – 286 d.C.) originário de Narbonne
e cidadão de Milão, foi um soldado, mártir e santo cristão, morto durante a
perseguição levada a cabo pelo imperador romano Diocleciano. Ele foi
martirizado por sete setas depois que descobriram que ele era um cristão. O
nome também foi levado pelo Rei de Portugal, D. Sebastião,
que morreu na Cruzada de Marrocos.
Outras referências, em outras grafias, são: Johann Sebastian Bach, compositor e
organista alemão; Sébastien Bourdais,
piloto de Fórmula Um; Sebastian Coe,
atleta britânico; Sebastian Karlsson,
cantor sueco.
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